A empresa X investiu na formalização de processos buscando maior
produtividade. A mudança, no entanto, não gerou os resultados esperados
pelos gestores. Por maior que seja a importância dos processos para a
organização, não é neles que reside o seu DNA cultural. Na busca pelo “fazer
acontecer”, pessoas recorrem a muitos outros recursos não previstos nos
processos e isso não é visível através do organograma. Essa forma de fazer
reflete o padrão em rede, o capital social.
E mapear as redes existentes na organização mostrou gargalos e pontos de acupuntura para o ganho de produtividades esperado.